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Reposição de Hormônios: um mal necessário ou um bem mal estudado?
por Dr. Carlos Bayma

Começo o artigo afirmativamente: Hormônios não causam câncer. Nem poderiam. Se assim fosse, adolescentes teriam câncer de próstata e de mama. E não têm. Entretanto, falo de hormônios mesmo; não de substâncias imitativas de hormônios criadas pela indústria farmacêutica e passíveis de patente (ou seja, lucro financeiro), já que moléculas naturais não podem ser patenteadas.

Hormônios são substâncias que atuam como mensageiros químicos e são liberadas pelas glândulas, órgãos especializados no controle do funcionamento do organismo. Essas substâncias agem obedecendo ao mecanismo chave-fechadura. Hormônios são as chaves das células e, em contrapartida, os receptores situados nas membranas ou núcleos celulares são as fechaduras.

De que modo você quer envelhecer: lúcido e forte ou “caindo aos pedaços” até morrer?

Não envelhecemos e, em consequência, os hormônios caem. Envelhecemos especificamente pela diminuição dos hormônios. E essa queda começa aos 35 anos de idade, quando a natureza parece que já não mais precisa de nós para manter e vida no planeta, levando em conta apenas os aspectos biológicos. Esse declínio hormonal se acentua marcadamente a partir dos 60 anos. Então, por esse ângulo, só há duas alternativas. Ou seguimos passivamente a queda hormonal, sofrendo as consequências até o nosso ocaso, ou providenciamos a reposição modulada dos mesmos e temos mais e melhor qualidade de vida. É uma escolha!

O problema é que o que muitas pessoas chamam de hormônios, incluindo – infelizmente – muitos médicos, na verdade não são hormônios. São imitadores hormonais que funcionam parecidos com os hormônios naturais. Mas causam distúrbios, dentre eles, o câncer. Esses imitadores não são as chaves das fechaduras das nossas células. São chaves parecidas. Além de danificarem as fechaduras (os receptores celulares), levam uma informação não muito precisa sobre o que as células devem fazer. Certamente mal entendidas, as informações desses falsos hormônios desorganizam o funcionamento celular, dando origem às mais diversas patologias.

É bom que fique claro: hormônios naturais são produzidos pelo corpo. Os demais são sintéticos (fabricados industrialmente). E os sintéticos podem ser compatíveis com o nosso organismo, quando têm a mesma estrutura molecular do hormônio natural, ou não, quando são “geringonças” moleculares criadas pela indústria farmacêutica, sempre atuando em função dos lucros de seus acionistas. Aos hormônios que são sintetizados artificialmente – mas que têm a mesma configuração molecular do natural – chamamos de Bioidênticos, Isomoleculares ou Homólogos (uma cópia idêntica da chave original).

Há um punhado de anos, era comum a prescrição de estrógenos conjugados para mulheres na pós-menopausa. A denominação comercial do produto era PREMARIN. Esses falsos hormônios conjugados deram origem a muitas doenças, inclusive ao câncer. Isso gerou um medo disseminado em relação aos hormônios. O interessante é que no próprio nome comercial do produto, já havia a indicação clara do problema. Premarin é uma sigla que vem de PREgnant Mare uRINe, que traduzida mostra a dimensão do problema: Urina de Égua Grávida.  Isso mesmo! Mulheres tomaram por décadas hormônios de égua. E, mais óbvio que isso impossível, adoeceram severamente com doenças cardíacas, hipertensão arterial, obesidade e câncer. E morreram mais cedo. A razão do insucesso: mulheres não são éguas, portanto, hormônios de éguas não servem para mulheres, assim como os das mulheres não servem para as éguas. Claro assim!

Hormônios são Testosterona, Estradiol, Progesterona, Tiroxina, Ocitocina e mais algumas centenas desses. Jamais Nandrolona, Etinilestradiol, Medroxi-Progesterona ou Tiroxina Sódica. Saber utilizá-los (os hormônios bioidênticos) é uma arte médica de difícil execução. Só alguém exaustivamente treinado pode fazê-lo com segurança e eficácia. Não basta apenas ser médico; tem que conhecer a fundo.

Clique aqui para ver o link.



DR. CARLOS BAYMA