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PSA para câncer de próstata: mais para mito ou verdade?
por Dr. Leonardo Fonseca de Andrade, urologista, João Pessoa-PB

ref.: Blog do Dr. Bayma

Depois de quase três décadas de seu advento, o exame de PSA continua a ser o marcador tumoral mais solicitado pelos médicos, em todo o mundo, na avaliação de seus pacientes. Mas, afinal, para quê serve o PSA? O antígeno prostático específico é uma proteína produzida pela próstata, e a sua medida no sangue pode apresentar-se elevada no caso de inflamações prostáticas (prostatites), traumas prostáticos (biópsias), crescimento benigno da próstata (HPB) ou no câncer prostático.

A grande questão, como vimos, é que o PSA é um exame “próstata específico” e não “câncer específico”, o que dificulta sua utilização “isolada” na prevenção dessa enfermidade. Aliado a isso, ainda não existe um valor considerado “limite normal” na medida do PSA. Na verdade, a comunidade urológica internacional tende a estabelecer valores, os quais excedidos seriam indicativos de biópsia prostática (antigamente era 4 e hoje 2,5ng/ml). Mesmo assim, estudos mostram que, dentre os pacientes com PSA <2,5ng/ml (considerado “normal”), cerca de 20%, se biopsiados, seriam diagnosticados com câncer de próstata.

Além disso, o nível de PSA nem sempre guarda relação com a agressividade da doença, ou seja, pacientes com PSA baixo podem ser portadores de tumores agressivos e aqueles com PSA alto podem ter tumores pouco agressivos. Outros parâmetros do PSA – como densidade, velocidade e relação PSA livre e total – são utilizados como forma de melhorar a especificidade do exame para o diagnóstico de câncer, porém um grande número de pacientes urológicos ainda é submetido a biópsias desnecessárias.

Todavia, no acompanhamento de pacientes tratados de câncer de próstata (cirurgia, radioterapia ou bloqueio hormonal), as dosagens de PSA são altamente específicas e confiáveis, onde pequenas elevações são indícios de recidiva da doença. Atualmente, as pesquisas se concentram no desenvolvimento de técnicas apuradas de imagem (eg.: ressonância com espectroscopia), aliadas à procura ávida por um marcador mais específico para o diagnóstico de câncer de próstata.

Existe também muita investigação em torno de possíveis marcadores tumorais que identificassem não só o risco de ter câncer de próstata, mas também o risco de progressão deste câncer.

Clique aqui para ver o link.



DR. CARLOS BAYMA