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Melhorias no diagnóstico do câncer da próstata
por Prof. Gláucio Soares

Creio que há diferenças marcantes entre culturas no que concerne o tipo de tratamento que os homens de um país preferem para o câncer da próstata. Em muitos países, conscientes dos efeitos colaterais de muitos tratamentos, muitos homens optam pelo que chamam de “Active Surveillance”, que é um acompanhamento minucioso até que um tratamento mais invasivo seja necessário, se chegar a esse ponto. Os tratamentos mais invasivos mais comuns são cirurgia, radiação, implantes radioativos, ou crioterapia (há outros). Até agora, a opção do acompanhamento é usada em pacientes com um Gleason não maior.

A visualização dos tumores evoluiu muito e começa a ser utilizada no início, para reduzir as chances de erro deixadas pelo PSA e pelo toque retal. O ultra-som Doppler e o MRI são duas técnicas de visualização.

Os especialistas que consultei (li) sugerem que o paciente mais indicado para esse acompanhamento tem um Gleason 6, PSA menor do que 10 e um estágio clínico T2a. Mas há falsos negativos e falsos positivos e esses avanços na visualização reduzem o erro no diagnóstico.

GLÁUCIO SOARES         IESP/UERJ

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PROF. GLÁUCIO SOARES