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Ignorância: a mãe de todas as doenças!
por Dr. Carlos Bayma

Há algum tempo venho estudando e praticando a medicina que sempre desejei: a da prevenção e da correção mais natural possível dos problemas já existentes. Apesar dos quase 24 anos de formado, dos quais 4 fazendo residência médica em Urologia, nunca havia mergulhado tão fundo na fisiologia humana, pilar absolutamente indispensável para uma medicina pura.

Com a experiência de vida que tenho hoje, vendo-me no início da carreira, noto que fui totalmente capturado pela medicina da doença, essa tradicional ocidental, praticada por 90 e tantos por cento dos médicos deste país. Não acredito nela. Na verdade, nunca acreditei de fato, pois uma medicina que só se propõe a curar (e nem isso faz), tendo como base medicamentos químicos alopáticos e “arrancamentos” cirúrgicos, não é uma genuína medicina. Estou em processo de libertação e isso nada no mundo paga.

Estarrece-me ver o quanto se fala em detecção precoce, mas nada em prevenir. “Descobrindo o câncer de próstata no início, as chances de cura são de quase 100%!”, propalam isso aos quatro ventos. Mas, de que cura se fala? À custa de mutilação cirúrgica? Ou à custa de incontinências e impotências, ou de estreitamentos de uretra e falta de ejaculação? Isso é cura? Não seria cura –verdadeiramente – descobrir precocemente caminhos que levam ao câncer e bloqueá-los? Ou – inteligentemente – silenciar os genes de doenças graves, descobrindo-os antes eles que possam acordar?

O grande problema – mas que é solução – da medicina alopática em enfermidades crônicas é que não se vai à causa ou, quando se vai, já é por demais tarde. Quase tudo é tratamento dos sintomas. Os pacientes e os exames complementares (muitos que jamais foram solicitados) dão sempre os sinais de que os mesmos vão adoecer e mais, daquilo que vão adoecer. Isso é fisiologia pura, que poucos, pouquíssimos, dominam.

Por exemplo: considere dois pacientes com a mesma idade. Digamos 50 anos. Ambos com glicemia em jejum de 90 mg%. Você ficaria tentado a dizer que estão nas mesmas condições em relação à diabetes: eles não têm a doença. Certo? Errado. Imagine que o indivíduo A tem uma insulina em jejum de 4. Já o B possui o mesmo exame no patamar de 27. Conclusão: o A não é diabético, ao passo que o indivíduo B já é – ou quase, quase. Esse é o grande problema de considerar apenas a glicemia sem levar em conta a insulina sanguínea. Se o médico diz ao indivíduo B que ele está bem, cometeu um erro crasso: perdeu a chance de diagnosticar precocemente um quadro diabético – ou pré – absolutamente reversível. Causa: ignorância!

A ignorância é a doença-mor. Dos médicos e dos pacientes, estes quase sempre muito mal informados. Não disponibilizaram as informações, ou quando isso foi feito, infelizmente o foi de forma incompleta, enganosa e mal divulgada. Porém isso está mudando: os pacientes estão mais exigentes e menos tolos e, na mesma linha, muitos médicos começam a despertar para o engodo que é a medicina alopática, a medicina da doença.

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DR. CARLOS BAYMA