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O cotidiano de um consultório de Urologia

ref.: Dr. Carlos Bayma

Para que se entenda de quais situações um consultório urológico cuida com mais frequência, reproduzo abaixo as condições que levam os pacientes a eles. Durante o ano de 2011 as estatísticas que colhi revelam:

01) De cada 100 pacientes, 67 eram homens e 33 mulheres;

02) Cerca de 2% eram crianças, 19% adolescentes, 41%  adultos e 38% idosos, de ambos os sexos;

03) Em relação aos pacientes do sexo masculino, as três causas de queixa principal (só levando em consideração apenas uma queixa) que se destacaram, foram: 61% de dificuldade ou desconforto miccional, 31% disfunção erétil e ejaculatória e 8% dor ou desconforto nos testículos;

04) Em relação às pacientes, as duas causas de queixa principal (só levando em consideração apenas uma queixa) que se destacaram, foram: 59% de incontinência urinária (perda de urina) e 41% infecção urinária de repetição;

05) Nos adolescentes, quatro queixas principais se mostraram mais frequentes: 45% ejaculação precoce, 30% infecção fúngica do pênis, 21% DSTs, particularmente o HPV (condiloma ou ‘crista de galo’) e as infecções uretrais não gonocócicas (Clamídia e Ureaplasma) e 4% disfunção erétil (impotência sexual);

06) Levando-se em consideração mais de uma queixa, em relação aos homens, o trio campeão com mais de 90% foi: dificuldade miccional + disfunção erétil + ejaculação precoce;

07) A faixa etária que mais se queixou de problemas de ereção situou-se entre os 50 e 59 anos (é bom lembrar que muitos idosos – acima de 60 anos – apesar da disfunção erétil, não se sentem incomodados, e homens mais jovens relutam em se queixar desse distúrbio);

08) Como queixa principal, a ejaculação precoce predominou em duas faixas etárias: dos 15 aos 24 anos e dos 60 aos 70 anos (obviamente, por razões diferentes);

09) Em relação aos homens que procuraram o consultório por disfunção erétil(impotência), 73% já haviam procurado outro médico pelo mesmo motivo;

10) Nas mulheres com incontinência urinária sem causa neurológica, particularmente na fase pós-menopausa, 55% queixavam-se de perda urinária de urgência (desejo súbito e incontrolável de urinar, resultado em perda de urina), 31% se queixavam de perda urinária de esforço (tosse, espirro, esforço que leva ao escape de urina) e 14% reclamavam de ambas as causas (urgência e esforço);

11) As 4 causas mais comuns de perda urinária decorrente de um comprometimento neurológico em mulheres na pós-menopausa, foram: 44% sequela de AVC ("derrame" cerebral), 20% doença de Alzheimer, 19% Esclerose Múltipla e, com 17%, pacientes com sequelas de traumatismo raquimedular (coluna vertebral e medula espinhal) decorrentes de acidentes (de trânsito ou por arma de fogo) ou de cirurgias da coluna.

Essas estatísticas acima refletem aproximadamente  dia-a-dia de um urologista em seu consultório.



DR. CARLOS BAYMA