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Super-hormônio prolonga vida de pessoas com câncer de próstata em estado avançado (18/10/2010)
por Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br).

ref.: ES Hoje

Segundo estudos, quase 40% dos tratados com a nova droga apresenta diminuição do PSA

Pessoas com câncer de próstata em estado avançado tratadas com um novo medicamento chamado acetato de abiraterona (conhecido como "super-hormônio") vivem mais. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa sobre o uso do remédio apresentada no congresso da Sociedade Européia de Oncologia Clínica, encerrado na última semana em Milão, Itália. Para especialistas da área, trata-se de um dos mais importantes estudos na área de oncologia realizados nos últimos anos.

Segundo a oncologista Kítia Perciano, que participou do congresso, entre os resultados apresentados está a diminuição do PSA (antígeno prostático específico) em quase 40% dos homens tratados com a nova droga - produzido principalmente pela próstata, o PSA pode ser encontrado no sangue em níveis elevados em casos de câncer de próstata. O controle da doença por uma média de dez meses e o aumento da sobrevida de 11 para 15 meses foram outros avanços obtidos com a medicação.

A médica destacou que "esses resultados estão entre os mais extraordinários vistos nos últimos 18 anos na oncologia". Perciano acrescenta que a expectativa é de que o acetato de abiraterona seja aprovado mais rápido no exterior e no Brasil do que outros medicamentos oncológicos.

Participaram do estudo 1.195 homens de 13 países, nos quais haviam sido aplicadas hormonioterapia e quimioterapia. A médica capixaba ressaltou que não havia mais nenhuma perspectiva de tratamento para aqueles pacientes. Eles foram divididos em dois grupos - um usou o abiraterona e outro, o placebo (uma espécie de remédio sem efeito). Kítia Perciano que, em virtude do efeito alcançando, a pesquisa teve de ser interrompida precocemente, para que o grupo que estava recebendo o placebo recebesse a medicação.

Ainda de acordo com Kítia Perciano, o abiraterona, droga hormonal, de uso oral, foi apresentado à comunidade médica em 2008. "Os estudos preliminares foram encorajadores, e a medicação, que age inibindo seletivamente a síntese androgênica (de testosterona), de maneira quatro vezes mais potente do que os hormônios usados hoje, ficou batizada de super-hormônio".

Clique aqui para ver o link.

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