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Novembro Azul impulsiona debate sobre a aplicação de estudos genéticos para o desenvolvimento do rastreamento do câncer de próstata (25/10/2016)

ref.: Segs

Problemas para urinar, sensação de que a bexiga não se esvazia completamente e sangue na urina são indicadores de um estágio avançado do câncer de próstata, que é o mais comum e a segunda maior causa de morte cancerígena nos homens. Para impulsionar a conscientização quanto a prevenção e o diagnóstico precoce, a campanha Novembro Azul é impulsionada por diversas entidades que se juntam para apoiar atividades e manifestações de solidariedade a causa.

De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1.201.619 novos casos e 335.643 óbitos são previstos no mundo pela doença, o que corresponde a um aumento em relação ao ano de 2012 de 9,7% e 9,2%, respectivamente. No Brasil, a OMS estima para 2016, o número de 61.200 novos casos e cerca de 13.772 óbitos.

Segundo o pesquisador e coordenador do Serviço de Oncologia do Hospital das Clínicas da UFMG, André Márcio Murad, vários estudos sugerem que maus hábitos alimentares, como uma dieta rica em gordura e proteína de origem animal, alimentos industrializados, enlatados, adocicados e embutidos, eleva os índices de substâncias potencialmente cancerígenas no organismo. “O composto químico nitrosamina e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF) são as principais substâncias resultantes da má alimentação e que atuam diretamente na estimulação do crescimento de células tumorais”, afirma.

De acordo com o oncologista, a obesidade e o sedentarismo igualmente elevam os riscos, por isso, uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas, grãos e peixes além da prática regular de atividades físicas e manutenção do peso ideal seriam as principais medidas preventivas.

André Murad explica que não existe consenso entre as organizações de saúde a respeito do rastreamento do câncer de próstata, como o que utiliza as dosagens periódicas do Antígeno Prostático Específico (PSA) e a realização do toque retal. “As organizações contrárias argumentam que não existem evidências conclusivas de que a detecção precoce tenha influência na mortalidade específica pelo tumor, além do fato de pacientes em rastreamento estarem expostos às complicações e aos efeitos colaterais de um possível tratamento cirúrgico ou radioterápico desnecessário. As organizações a favor da prática argumentam que existem evidências de que o rastreamento é responsável pelo declínio da mortalidade em determinadas áreas. As sociedades de urologia americana, europeia e brasileira indicam o rastreamento baseadas em estudos randomizados de grande porte e longo seguimento”, esclarece.

O oncologista observa que o rastreamento universal de toda população masculina, sem considerar idade, raça e história familiar, não parece ser a melhor abordagem, pois, apesar de contribuir para o diagnóstico precoce e diminuição da mortalidade, a prática pode trazer malefícios a muitos homens. “A identificação de pacientes com alto risco de desenvolverem a doença de uma forma mais agressiva através de parâmetros clínicos ou laboratoriais pode ajudar a individualizar a indicação e frequência do rastreamento. Entre diversos fatores, a idade (acima dos 50 anos), a raça (raça negra apresenta maior risco) e a história familiar apresentam-se como os mais importantes”, comenta.

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