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Start Up pernambucana cria solução para detectar câncer mais cedo (11/05/2016)

ref.: JC Online

Dados do Instituto Nacional de Câncer apontam que devem surgir 600 mil novos casos da doença este ano no País. Destes, cerca de 22 mil serão em Pernambuco. Mas aqui existe uma startup que pode ajudar a mudar essa previsão. A meta da Start Up Epitrack é identificar as células cancerígenas antes da formação do tumor. A solução poderá receber quase US$ 1 milhão (R$ 3,47 milhões), caso continue se saindo bem no concurso mundial The Venture, do qual a Epitrack é a única brasileira entre os 27 finalistas.

Parte desse dinheiro pode ser alcançado com votos que qualquer pessoa está apta a fazer no site da campanha, acessível a partir do www.epitrack.com.br. A votação, que vai até 13 de junho em blocos semanais, vai definir como os primeiros US$ 250 mil (R$ 867,5 mil) serão distribuídos. Os outros US$ 750 mil (R$ 2,6 milhões) irão para o vencedor da grande final, que será em julho, em Nova York.

“Nós entendemos muito bem da área de saúde e de tecnologia, o que nos permite entender o problema e a solução”, comenta um dos fundadores da startup, Onício Leal, biomédico epidemiologista. Ele se refere à formação dele e dos sócios, Juliana Perazzo e Jones Albuquerque. Onício e Juliana são mestres em Saúde Pública e têm experiência na área de epidemias; Jones é PhD em computação, área em que Juliana é doutoranda. 

O grupo já reúne resultados importantes na área, com mecanismos para facilitar a coleta colaborativa de dados para mapear surtos de doenças infecciosas. Foi sobre esse mote que eles desenvolveram os aplicativos Saúde na Copa, Guardiões da Saúde, Flu Near You (EUA e Canadá) e Salud Boricua (Porto Rico), utilizados para identificar cenários de epidemias como gripe, dengue e zika.

BIOSSENSORES - Já a solução que está no concurso The Venture – promovido pela Chivas e que foca responsabilidade social e tecnologia – é voltada para que a detecção de alguns tipos de câncer ocorra com ainda mais antecedência. Através de biossensores de reconhecimento de células cancerígenas no sangue, é possível alertar sobre a doença antes mesmo de sua formação em tumores. Com o sistema, será feita a identificação e o mapeamento dessas informações, em âmbito mundial. O projeto tem parceria com o Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika), da UFPE, que desde 2005 realiza pesquisas com biossensores. 

“A concorrência é forte, mas o nosso impacto social é mais evidente”, pontua Onício. De acordo com as informações da Epitrack, os recursos do prêmio seriam utilizados para “expandir a área de atuação da startup e melhorar o laboratório de pesquisas, ampliando ainda contratações no campo de biologia molecular e de engenheiros de hardware”.

Clique aqui para ver o link.

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